Boas vindas

Seja bem-vindo. Hoje é
Mostrando postagens com marcador REFORMA AGRÁRIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador REFORMA AGRÁRIA. Mostrar todas as postagens

Seminário Conexões entre Campo e Cidade 2

Clique na imagem para amplia-lá

Entre os dias 2 e 4 de outubro, o grupo de pesquisa Modos de Produção e Antagonismos      Sociais    (MPAS) realiza em Planaltina -DF a segunda edição do Seminário “Conexões entre Campo e Cidade: universidade, reforma agrária e projeto popular para o país”.
Nesta edição, o ‘Conexões 2’ discute com professores, estudantes e movimentos sociais os desafios para os movimentos sociais do campo e da cidade diante das mudanças político-culturais que o Brasil enfrenta. Para esta sessão, Raul Zibechi, jornalista uruguaio e docente na Multiversidade Franciscana de América Latina, fará a explanação sobre as características dos movimentos sociais contra-hegemônicos latinoamericanos hoje e o papel do Brasil nas relações intercontinentais.
Além disso, o seminário também discute ao longo da sua programação as concepções teóricas de educação popular e poder popular no âmbito da questão agrária e das lutas urbanas no Brasil; a produção contra-hegemônica a partir de sujeitos coletivos organizados e inseridos nas lutas sociais em contraponto aos padrões hegemônicos de representação da realidade difundidos pela Indústria Cultural e pelos meios de comunicação de massa; a relação entre arte e emancipação, além da análise sobre a conjuntura atual da questão agrária brasileira em diferentes espaços, desde as lutas populares no campo pela defesa dos territórios e por reforma agrária até as movimentações político-partidárias de classe nos poderes Legislativo, Judiciário e Executivo.
Os debates se inserem no conjunto de atividades que docentes da Faculdade UnB Planaltina (FUP) realizam desde 2009 sobre retomada do projeto de nação, interrompido com as duas décadas da ditadura empresarial e militar, iniciada em 1964, e com o objetivo de recuperar o papel que a UnB teve há 50 anos, ao surgir no cenário nacional com uma proposta de inovadora e pretensiosa de formar os quadros necessários para levar adiante a construção do projeto da nação brasileira.
Com estes temas, o Seminário Conexões busca aproximar a universidade da sociedade por meio da convergência do debate sobre as conexões entre campo e a cidade, propondo não apenas o diálogo e a troca de experiência, mas também para a elaboração de estratégias comuns na construção do projeto popular para o país.
Primeira edição
O MPAS organizou a primeira edição do ‘Seminário Conexões’ entre os dias três e quatro de abril de 2012 no campus da FUP. O Seminário discutiu as interfaces entre questão agrária, ambiental, étnico/racial, de gênero e classe, com a participação de pesquisadores do grupo, professores da UnB e de outras universidades nas mesas de debate. Nos dois dias de conferências, palestras e exibição de filmes, o seminário contou com público variado entre estudantes de graduação e pós-graduação da UnB, do curso de agroecologia do Instituto Federal de Brasília (IFB), de professores e moradores da comunidade de Planaltina e militantes de movimentos sociais do campo e da cidade.
Fonte: MPAS

1° Seminário Reforma Agrária e Soberania Popular



A Articulação dos Movimentos Sociais e Populares da Região Norte de Brasília convida

1° Seminário Reforma Agrária e Soberania Popular: discutindo gênero, etnia, território agrário e ambiental.

Dias 21, 22 e 23 de Setembro
Local: Instituto Federal de Brasília – IFB – Campus Planaltina


Programação

Dia 21/09/12 – Sexta Feira

18 horas: Chegada no IFB.

18:30 hs: Janta

19 horas: Mística de Abertura e Apresentação dos movimentos e organizações sociais e populares.

19:30 hs às 20:30 hs: Breve contextualização e analise de conjuntura da organicidade da articulação dos movimentos sociais da Região e introdução a temática do seminário. (Coordenação: Articulação dos Movimentos).

Dia 22/09/12 – Sábado

07 horas: Café da Manhã

08 horas: Mística de Abertura das atividades do dia.

08:30 hs às 10 hs: 1° momento - Rodas de Prosa nos eixos temáticos

Tema 1: Gênero – Coordenação: Promotoras Legais Populares – PLPs e MMC – Movimento das Mulheres Camponesas.

Tema 2: Etnia – Coordenação: Fórum de Juventude Negra/Grupo Afroatitude e RECID.

Tema 3: Território agrário ambiental - Coordenação: Campanha Permanente Contra os Agrotóxico e Pela Vida DF e MPA

10 horas: Lanche

10:20 hs às 12 horas: 2° Momento – Continuação Rodas de Prosa nos eixos temáticos.

12 hs às 14 hs – Almoço

14 hs às 16 hs: 3° Momento -  Continuação Rodas de Prosa nos eixos temáticos.

16 hs às 16:30 hs – Lanche

16:30 hs às 18 hs: Sistematização do documento do seminário e encaminhamento das discussões nos eixos temáticos.

18 hs ás 19 hs: Janta

20 hs: Noite Cultural


Dia 23/09/12 - Domingo

07 horas – Café da Manhã

08 horas – Saída para o Acampamento Palmares – MTD

08:30 hs às 11:40 hs – Atividade prática no Acampamento Palmares (MTD) – Construção de horta mandala de medicinias e oficina de composto orgânico.

11:40 hs – Retorno ao IFB par Almoço.

14 horas – Retorno para casa

Articulação dos Movimentos Sociais e Populares da Região Norte de Brasília

MST – MATR – MTD – MPA – MMC - Consulta Popular – Levante Popular da Juventude – Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida DF – ABEEF – SINPAF – Rádio Utopia FM - Fórum de Juventude Negra do DF – ECOA – RECID – Via Campesina

PÁTRIA LIVRE! VENCEREMOS!

Por um Projeto Popular para o Brasil

NESCUBA e Projeto Quintas Urbanas apresentam seminário na Semana Universitária UnB

"Crise do Capital, as Chagas da Terra e a luta dos povos pela Vida."
 
Pela primeira vez em sua história, a Universidade de Brasília (UnB) efetiva uma parceria com os principais movimentos campesinos brasileiros, latinoamericanos bem como, a uma rede de pesquisadores internacionais, nacionais para realização de um evento de crítica radical aos efeitos sociais da crise do capital com foco na Questão Agrária.

A UnB, a Via Campesina, o MST, o MAB e demais parceiros institucionais listados neste folder tem a honra de convidar a comunidade universitária, entidades, instituições públicas e a sociedade em geral para participarem da sétima edição do Projeto Quintas Urbanas com o título: “Crise do capital, as chagas da terra e a luta dos povos pela vida”.

Trata-se de um evento pensado em conjunto com o Núcleo de Estudos Cubanos – Nescuba/CEAM, com o intuito de fazer uma crítica radical ao atual processo de aceleração da crise do capital, mas do ponto de vista dos povos campesinos em diálogo com a Universidade. Uma crise que se desdobra no recrudescimento das condições de vida, trabalho e saúde, da população em geral, mas, com uma particularidade que merece destaque: o processo de distanciamento do Estado, sobretudo o brasileiro, para com seus compromissos históricos com a Reforma Agrária, Reforma Urbana, a valorização da vida e as Políticas Sociais voltadas ao enfrentamento da barbárie, ao atual estágio de degradação das condições de acesso aos direitos sociais no campo e na cidade.

Propomos aos participantes deste evento uma oportunidade única, não só de se informar, trocar idéias, conhecer o conteúdo das três mesas e um minicurso especialmente produzido para a ocasião, mas, principalmente, de se engajarem nas redes de movimentos sociais de ação permanente na luta pelo direito à vida. Em síntese, é um convite para nos posicionarmos na contramão da ordem do capital na contemporaneidade.

Camponeses são os mais afetados por pobreza extrema no Brasil, aponta Ipea

58% dos brasileiros vivem com menos de R$ 465 por mês; "não pobres" são minoria

Apesar do crescimento da renda e a redução da pobreza nos últimos anos, a maioria dos brasileiros vivia, em 2009, com menos de um salário mínimo, segundo estudo do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas) divulgado nesta quinta-feira (14). De acordo com o órgão, a renda per capita mensal de 58% dos brasileiros (106,9 milhões) era, há dois anos, igual ou inferior a R$ 465 –salário mínimo da época.

No estudo, o Ipea dividiu os brasileiros com renda mensal inferior a R$ 465 em três grupos: “extremamente pobres” (com renda per capita até R$ 67), “pobres” (renda de R$ 67 a R$ 134) e vulneráveis (renda entre R$ 134 a R$ 465).

A população com renda per capita mensal superior a R$ 465 foi classificada como “não pobre” e representa 42% dos brasileiros (78 milhões de pessoas).

Para o Ipea, os principais fatores que levam os camponeses à pobreza são, pela ordem, o pequeno tamanho de suas terras; a baixa disponibilidade de insumos agrícolas, especialmente de água; a falta de assistência técnica; e os baixos preços pagos pelos seus produtos.

Ainda entre os extremamente pobres, 32% do grupo era composto por famílias que têm como fonte de renda trabalhos informais, sem registro em carteira; 29% por famílias desempregadas; e 3% por famílias com pelo menos um trabalhador formal.

Na faixa dos “pobres”, o maior grupo é o de famílias que vivem do trabalho informal (45%), seguido das famílias que tem ao menos um trabalhador formal (23%) e das famílias camponesas (21%).
Já entre os “vulneráveis”, 56% das famílias têm algum trabalhador formal e 29% tem como fonte de renda o trabalho informal. No grupo de “não pobres”, o percentual de famílias com algum trabalhador formal sobe para 75%, e o de famílias camponesas não passa de 3%.

Nordeste concentra pobreza
O estudo apontou ainda que mais de 30% dos extremamente pobres moram na zona rural de pequenos municípios do Nordeste. Outros 20% desse grupo vivem na área urbana das pequenas cidades nordestinas. Cerca de 10% dos extremamente pobres estão nas áreas urbanas das grandes cidades do Nordeste e outros 10% nas cidades grandes do Sudeste.

O Ipea é uma fundação pública federal vinculada ao Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República do Brasil.

Por Guilherme Balza, do UOL Notícias

Fonte: MST