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Conferência ALBA

CONVITE

O Nescuba/CEAM convida a todos para participar de uma Conferência e debate com o professor Dr. Luis Suárez, destacado intelectual cubano.

Temas: 
- A ALBA  e a América Latina;
- O Bloqueio dos EUA a Cuba.

Data: 29-09/2011 (quinta feira);
Horário: 18 h
Local: Auditório do CEAM- Campus Universitário Multiuso I Bloco A (em frente ao BRB).

Participe e divulgue amplamente!
                                                                              Abs Dôra  e Juarez

Operários do Mineirão paralisam atividades

Trabalhadores prometem cobrar as demandas da presidenta Dilma, que estará em Belo Horizonte nesta sexta.

Os operários que trabalham na modernização do Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, em Belo Horizonte (MG), paralisaram as atividades nesta quinta-feira (15). Pela manhã, eles fizeram uma manifestação dentro do canteiro de obras pedindo reajuste salarial e melhores condições de trabalho.

Os trabalhadores prometem cobrar pessoalmente as demandas da presidenta Dilma Rousseff, que estará na capital mineira nesta sexta-feira (16). Dilma participará da cerimônia de abertura da contagem regressiva de mil dias para o início do Mundial. A comemoração também deverá contar com a presença do ministro do Esporte, Orlando Silva, de Pelé e de representantes da Fifa que, depois da festa, visitarão o estádio e outras obras de mobilidade urbana em Belo Horizonte.

Eles reivindicam melhores condições de trabalho e o cumprimento do acordo firmado depois da primeira paralisação, ocorrida em junho e que durou cerca de uma semana. Na época, os trabalhadores negociaram melhores condições de trabalho com o grupo Minas Arena, formado pelas empresas Construcap S.A. Indústria e Comércio, Egesa Engenharia S.A. e Hap Engenharia Ltda. Eles pediam reajuste salarial de R$ 925 para R$ 1200, para pedreiros, e de R$ 605 para R$ 1000 para ajudantes.

Além do reajuste salarial, os operários pedem aumento no vale-refeição, plano de saúde e assistência estendidos às suas famílias e melhorias nos banheiros e chuveiros da obra.

Cerca de 1,3 mil pessoas trabalham na reforma do estádio, considerado um dos mais adiantados na preparação para o evento e candidato a receber a abertura do Mundial.

No Rio de Janeiro, os trabalhadores da reforma do Maracanã estão paralisados há 15 dias. Eles pedem assistência médica para o turno da madrugada e alimentação em condições adequadas. Nesta sexta-feira (16), o Tribunal Regional do Trabalho julgará uma ação movida pelo Consórcio Maracanã Rio 2014, responsável pelas obras, que questiona a legalidade da greve.

Privatização: Este é o diálogo que o governo do PT oferece aos trabalhadores dos Correios

Dilma cospe na cara dos 110 mil trabalhadores dos Correios e assina a MP da privatização no meio da greve. Nossa resposta é o aumento da greve. Todos a Brasília para um grande ato contra a privatização

O governo Dilma Rousseff, do PT, aprovou na última sexta-feira, 16, a toque de caixa, sem nenhuma discussão e às escondidas dos trabalhadores, a Medida Provisória que reestrutura o Correio, o que em outras palavras significa que a presidenta do PT sancionou a privatização dos Correios.

A medida foi um tapa na cara dos quase 110 mil funcionários dos Correios, que nesse momento encontram-se em greve para lutar por melhorias nos salários e contra os ataques do governo, principalmente contra a medida que acabou de ser aprovada pelas costas dos trabalhadores e de toda a população brasileira. Ou seja, em meio à maior mobilização da categoria nos últimos 15 anos, o governo Dilma Rousseff simplesmente cuspiu na cara dos trabalhadores, assinando a privatização, uma demonstração de que esse é um governo da burguesia, dos empresários, banqueiros e patrões e sem nenhuma relação com os trabalhadores.
 
O que também chama a atenção é que a medida foi cuidadosamente ocultada dos trabalhadores pela imprensa capitalista, que obviamente sabia dos riscos de espalhar a notícia em meio a uma forte mobilização dos ecetistas. Ou seja, o governo, sabendo dos riscos de aumentar a mobilização da categoria, cuidou de aprovar a privatização dos Correios por debaixo dos panos. Pior. A medida, depois de ter sido aprovada não foi sequer divulgada, justamente para evitar a revolta ainda maior dos trabalhadores. Esse é um governo calhorda, que ataca os trabalhadores pelas costas.
 
A categoria exige uma resposta do governo Dilma Rousseff. Porque o PT e toda a corja que o cerca, a exemplo do PCdoB, não publicaram uma nota oficial para os trabalhadores dos Correios anunciando que um dos maiores ataques contra os trabalhadores havia sido sancionado? Se a medida é tão boa, porque então todo o silêncio, todas as manobras, todo o desespero de aprovar a medida sem ninguém sequer ficar sabendo? É obvio que esse jogo de esconde-esconde tem por detrás o medo que o governo e toda a burguesia têm da mobilização da categoria, o que por outro lado só comprova a força dos trabalhadores.
 
Nesse sentido, a resposta que os quase 110 mil trabalhadores tem que dar para esse violento ataque é o aumento da mobilização. A greve mais do que nunca tem que ser ampliada. Os trabalhadores devem ir às ruas, fazer piquetes e parar toda a produção dos Correios, por meio da força se preciso for.
 
Todos a Brasília para organizar um grande ato contra a privatização dos Correios e contra os privatizadores, essa é uma medida fundamental. A categoria tem que não só organizar um ato massivo, unificado, mostrando toda a força dos trabalhadores e a disposição de luta, como deve montar acampamento em frente ao palácio do governo. Greve até a vitória!
 
- Não à privatização dos Correios;
- Ato unificado da categoria em Brasília;
- Abaixo a privatização!
- Abaixo os privatizadores!
- Greve geral até a vitória!

Fonte: PCO